Segunda Aurora (Controlados)

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A Segunda Aurora (também conhecida por expressões envolvendo a ideia de solidão, como fase solitária ou período da solidão) é um período da história de Heelum que se inicia com o desaparecimento da Rede de Luz. Quando os mestres voltaram para suas cidades após a vitória na Guerra de Reconquista da Cidade Arcaica, a Luz desapareceu. As consequências foram agravantes, uma vez que a Rede de Luz ainda desempenhava um importantíssimo papel nas relações interpessoais, mas principalmente nas relações de informação, comunicação e intercâmbio cultural entre as cidades. Com o fim dessa ligação, a distância geográfica deu início a uma era de diferenciação social e linguística cuja superação marcaria o fim dessa fase.

A fase solitária

Cada cidade teve que organizar praticamente sozinha o conhecimento que antes obtinha de outras; o fluxo de informação, em uma sociedade cuja própria escrita era pouco desenvolvida, era extremamente dependente dos especialistas e de seus conhecimentos práticos - e a maioria das cidades tinha um foco específico em alguma especialidade, dependendo de outras para atividades que não fossem bem um ponto forte. Algum contato foi feito entre algumas cidades, especialmente as mais próximas umas das outras, mas em geral venceu a desesperança, a tristeza, o isolamento, e a necessidade de, na prática, recomeçar muitas coisas do zero, várias vezes, por toda Heelum. Como consequência, cada cidade tornou-se um todo mais autossuficiente. Dun-u-dengo não mais precisava de Novo-u-joss para fabricar guitarras, embora tenha precisado de tempo para redescobrir um processo bom de fabricação (e, argumenta-se, os resultados nunca foram tão bons). Esse tipo de coisa ocorreu com agricultura, cartografia, arquitetura e engenharia, medicina, entre outras áreas. Já que cada cidade deixou de se focar em apenas algumas coisas e passou a se focar em tudo, houve um intenso processo de divisão de trabalho. Foi um processo duplo; as pessoas passaram a fazer coisas diferentes e, em segundo lugar, enquanto a maioria das pessoas trabalhava para redescobrir certas tecnologias, técnicas e processos, uma minoria (em geral, a elite política de outrora) gerenciava os processos, administrando os recursos e elaborando um plano geral para a cidade em questão. Assim se deu a emergência de uma classe política mais dissociada de outras profissões paralelas - além da emergência dos mestres: cada guerreiro que voltou para a cidade após a destruição do Yutsi Rubro se tornou um mestre, uma forma de representante moral, permanente, com uma voz de peso nas decisões. Um herói em tempos de grande crise e incerteza, eles e suas famílias consolidaram lugares de importância dentro das classes políticas. Não só as coisas foram redescobertas, como novas coisas foram inventadas. No apego ao rock de Novo-u-joss, muitas cidades introduziram elementos inexistentes anteriormente, criando estilos próprios de rock.

Língua, cultura e reaproximação

Depois de um longo período de reabilitação e adaptação das cidades, ocorreram tentativas regionais de reaproximação e fortificação de laços - na prática, verdadeiras descobertas de companheiros há muito perdidos e ocasionalmente apenas vistos. O processo lento e problemático ajudou, no tempo que durou, a consolidar em blocos as diferenças de dialeto que começavam a surgir na linguagem das cidades diferenciadas.

Região noroeste

Na área Noroeste, uma estrada foi construída ligando Dun-u-dengo a Jinsel, com outra ligando Inasi-u-een a Novo-u-joss. O transporte marítimo levou Inasi-u-een e Dun-u-dengo a ligar as duas estradas, criando uma terceira que ligava as duas anteriores no meio. Dun-u-dengo foi a cidade que mais completamente se desenvolvera no início da Segunda Aurora. Era agora uma cidade próspera e cheia de conhecimento relativo ao ouro, que muitas cidades haviam inclusive esquecido. Novo-u-joss havia desenvolvido uma agricultura muito variada, embora não muito extensiva. Inasi-u-een permanecia tradicionalista e ligada a valores éticos muito fortes como lealdade e honestidade. Jinsel desenvolveu um regime político oligárquico, em que reuniões não eram mais feitas, embora o povo tivesse criado uma série de festas e festivais. Novo-u-joss havia anteriormente adotado a revolução sexual de Jinsel, que não tinha perdurado por muito tempo, embora os efeitos culturais fossem duráveis. A dinâmica que daí surgiu foi uma de hostilidade e tensão. Inasi-u-een, que não gostava da falta de reuniões em Jinsel, da liberdade sexual de Jinsel e de Novo-u-joss e da arrogância de Dun-u-dengo, praticamente se fechou em termos culturais, fazendo apenas trocas comerciais. O povo de Jinsel havia perdido o viço criativo, e a cena de produção cultural era desinteressante para os artistas prolíficos de Novo-u-joss. Os oligarcas de Jinsel tampouco gostariam de relações mais profundas, culturalmente falando, com outras cidades. Dun-u-dengo, uma democracia representativa, passou a coordenar o comércio entre as cidades.

Dun-u-dengo e a moeda

Antes da Segunda Aurora todas as transações entre as cidades eram trocas voluntárias e unilaterais de conhecimento e materiais. Na verdade, através da Rede de Luz a produção e a descoberta eram transparentes, e as trocas eram simples e diretas. Tudo era movido pelo espírito de partilha e reciprocidade — nos moldes das trocas de luz entre indivíduos. Com a suspensão da rede de luz, Dun-u-dengo passou a produzir muito, e teve medo de que as outras cidades, mais atrasadas em termos de produção e materiais, fossem “pegar sem dar o suficiente em troca”. Propuseram e instituíram, assim, um sistema comercial, de trocas indiretas, usando moedas de ouro como mediador das trocas em transações arranjadas por comissões enviadas às cidades por meio das estradas. A novidade não foi tanto o comércio em si, mas o uso dos mediadores cujo controle residia, na prática, com o governo de Dun-u-dengo.

Sul e Sudoeste

A comunicação entre as cidades de Torn-u-een, Den-u-pra, Prima-u-jir, Kor-u-een e Kerlz-u-een foi feita principalmente pelo mar e pelos rios. A não-utilização de moeda (que proliferou na Segunda Aurora mais na região Noroeste, como vimos acima) incomodava a desenvolvida Kerlz-u-een, que estava em posição semelhante a Dun-u-dengo, mas sem acesso a ouro ou outros material que pudesse introduzir como material representativo de moeda. Torn-u-een desenvolveu melhor sua arquitetura e sua agricultura, negligenciando um pouco o teatro pelo qual ficou famosa. Kor-u-een, pelo contrário, se apegou ao teatro e o levou muito além, num movimento cultural conhecido como "teatro original", que viria a definir o estilo do teatro de Kor-u-een desde então. Prima-u-jir se concentrou em manter suas tradições e continuar subsistindo, redescobrindo e aprofundando conhecimento agrícola. Den-u-pra desenvolveu bastante o pensamento político, criando um sistema de democracia representativa com 5 mestres, que passariam por um processo de treinamento na Montanha dos Mestres, como os próprios moradores de Den-u-pra passaram a chamá-la.

Al-u-een, Rouneen e Roun-u-Joss

Roun-u-joss e Al-u-een abriram uma estrada entre as cidades, e comunicação marítima foi estabelecida com Rouneen. Al-u-een se militarizou muito assim que a Rede de Luz se extinguiu, enquanto Roun-u-joss desenvolveu técnicas agropecuárias. As duas cidades, contudo, jamais deixaram de lado suas tradições políticas; elas, pelo contrário, fortaleceram-se ainda mais. Rouneen, por sua vez, manteve o incentivo às artes das quais se aproximara antes. Desenvolveu a agricultura, e preteriu a democracia representativa em favor da restituição de uma democracia direta, por reuniões, como nos tempos da Primeira Aurora. O retorno às origens causou curiosidade nas duas cidades do Leste. Trocas de natureza comercial não foram muito necessárias entre essas cidades, as últimas a, mais tarde, adotar o sistema de moedas de ouro.

Karment-u-een e Ia-u-jambu

Ia-u-jambu se beneficiou imensamente do fato de ter se tornado, anteriormente, um centro de conhecimento e registro. Instituiu a universidade, ampliando o lugar onde ficam os registros técnicos, científicos e históricos, e declarou que ela seria aberta a qualquer um. Enviou comissões a Karment-u-een, Al-u-een, Al-u-ber e Ten-u-rezin para avisar que o conhecimento estava disponível, mas só firmou conexões com Karment-u-een, que se transformou, como Jinsel, em uma oligarquia, mas de caráter agrário.

Imiorina e Den-u-tenbergo

As duas cidades formaram um sistema binário de comunicação (por via fluvial), mas nunca de transação. Imiorina se desenvolveu sozinha, crescendo à mesma proporção que antes - foi uma cidade que pouco sofreu, pois sempre teve que estar adaptada a condições únicas; nenhuma outra cidade possuía conhecimentos vitais para eles. Den-u-tenbergo, em contrapartida, também pouco precisou desenvolver em termos de subsistência, pois tinha uma agricultura muito forte. Imiorina se tornou um sistema chamado de burocracia; ao invés de representantes eleitos, pessoas que estudavam as técnicas e os registros de Imiorina estavam aptas a participar das deliberações políticas - como magistrados, mas legislativos e que, embora não eleitos, preocupavam-se com a representatividade de suas decisões, sendo sensíveis às aspirações populacionais. Den-u-tenbergo se tornou uma monarquia - uma dupla inovação política neste sistema pouco expressivo em termos econômicos.

Enr-u-jir, Rirn-u-jir e Região Nordeste

Enr-u-jir e Rirn-u-jir se uniram por uma estrada. Enr-u-jir queria minerais, e Rirn-u-jir queria conhecimento de agricultura. Estranhamente, essa troca não pareceu justa a nenhum dos dois - e a relação entre as cidades passou a ser marcada pela desconfiança desde então. Em Al-u-tengo, Ten-u-rezin e Al-u-ber o apelo tradicionalista foi forte, e as comunicações (por via marítima) eram constantes e cordiais, mas transações comerciais foram mais raras entre as cidades. Al-u-tengo se tornou uma potência na agricultura (apesar de não mais inovar em termos militares), e tanto Ten-u-rezin quanto Al-u-ber se militarizaram consideravelmente.

A reorganização

Muito tempo depois, as relações se aceleraram e progrediram a tal ponto que havia cada vez mais contato entre as cidades. Havia mais mobilidade, mais prosperidade, e mais conhecimento sobre as diferentes formas de vida que se proliferaram em todas as direções no continente. Os blocos ligados por comércio, intercâmbio e ajuda passaram a interagir com outros blocos, fazendo reavivar uma noção antiga de união e familiaridade entre pessoas que se descobriam, de certa forma, estranhas umas às outras, ainda que compartilhando de um mesmo passado de vitórias e derrotas. A prosperidade, nas diversas formas que elas pareciam assumir em toda Heelum, recriava o que já havia feito uma vez: dava às pessoas novos impulsos. Dessa vez, ao invés de reconquistar a Cidade Arcaica, o objetivo era menos militar, posto que o inimigo era de outro tipo; não mais uma força destrutiva, mas a ausência de mais comunidade e união entre aqueles que foram desenhados pela Rede de Luz como um único povo.  Uma coisa abstrata, que não podia simplesmente ser morta, mas que deveria ser combatida com outro tipo de medida. Essa medida, contudo, foi divisada no esteio de novas linguagens: as linguagens do comércio e da troca de bens, ainda não tão fortes ou unânimes entre as pessoas, mas influentes o bastante para incentivar a fortalecê-la aqueles que enxergavam nesse modo de ver o mundo um atalho para uma nova forma de governo - se for garantido que o futuro pertença àquele que tem dinheiro, a democracia pode ser mantida na teoria mas burlada na prática. Assim, uma série de medidas foi apoiada por políticos e atores sociais envolvidos com o comércio (como representantes de Kerlz-u-een e Dun-u-dengo): uma delas era a reunificação, a nível linguístico, de Heelum. Estradas novas ligaram Novo-u-joss a Rirn-u-jir, Enr-u-jir a Al-u-tengo, e Enr-u-jir a Imiorina; uma nova tecnologia de pontes por parte de Ten-u-rezin impulsionou a conclusão de estradas ligando Karment-u-een a Al-u-ber, Torn-u-een a Den-u-pra, Den-u-pra a Prima-u-jir, Prima-u-jir a Kor-u-een e Ten-u-rezin a Al-u-ber; nova e intensa comunicação marítima se estabeleceu entre Den-u-tenbergo e Torn-u-een, Kor-u-een e Roun-u-joss. Tudo isso criou canais de comunicação que, mesmo que de forma indireta, ligavam uma cidade a quase qualquer outra; isso agilizou a introdução das moedas de ouro (de origem em Dun-u-dengo) em todas as cidades, impulsionando o comércio. A partir daí, houve cada vez maior pressão política para a reunificação linguística, que viria a ser discutida e aprovada na Reunião de Modernidade. Ia-u-jambu foi uma das lideranças do movimento, que pretendia impor uma modificação das variações linguísticas encontradas por toda a Heelum tanto tempo depois do desaparecimento da Rede de Luz, padronizando o falar e o escrever para que alguém de uma cidade na costa leste pudesse ser completamente entendido na costa oeste do mundo.

Um novo cenário emerge

Como epítome de um movimento que começou desde a separação mais ampla de trabalho citada acima, a política tornou-se cada vez mais um "luxo" face às necessidades de desenvolvimento de muitas cidades. Onde isso, por uma ou outra razão, foi mais verdade, um poder centralizado e afastado de aspirações democráticas similares às encontradas na origem da humanidade foi adotado, aceito como legítimo e justificável. Quando isso não foi verdade, essas aspirações não morreram - encontraram na reunião da comunidade enquanto tal um próprio contexto de força frente às adversidades. Mas, mesmo neste último caso, a política se profissionalizou e se especializou enquanto atividade separada, única, ocupando majoritariamente o tempo de quem deseja se dedicar a ela. Além disso, em virtude da falta da Rede de Luz, as cidades tornaram-se mais desconfiadas umas das outras mesmo quando voltaram a ter relações mais próximas. O período de autossuficiência e pouco contato distanciou-as de uma maneira que, mesmo depois do processo sangrento e difícil de unificação da língua, pessoas de cidades diferentes se viam de maneira diferente. Com o advento do comércio mediado por moedas de ouro esse processo, ao transformar cada vez mais as pessoas em competidoras (mesmo nos tempos mais iniciais, em que muitas apenas representavam grandes conglomerados de jirs das cidades), só tinha que se intensificar. A competitividade e a desconfiança, contudo, não se transformaria em belicosidade, posto que na memória cultural de muitas dessas cidades estava ainda impressa a ideia de unidade enquanto humanos - ideia, na verdade, bastante satisfeita pelas novas conexões e pelo novo cenário. O processo de reunificação linguística, aliás, foi sangrento e difícil justamente pela resistência que encontrou: a reunião tomou uma decisão de elite, baseada em interesses idealistas (seja em que pacote o idealismo vinha enrolado) que não encontravam respaldo nas populações, que obviamente viam como absurdo uma imposição linguística. Grande esforço e repressão foram necessários para tornar conhecida e utilizada a versão da língua dos humanos que, na verdade, fazia várias alterações e ajustes às línguas já existentes - ajustes diferentes para dialetos diferentes, mas todos com a mesma intenção padronizadora. Os dialetos nunca sumiram de todo, mas ao longo das auroras (e do convívio cosmopolita mais acentuado entre as cidades, que nunca decresceu desde estes tempos) as diferenciações foram tornando-se novamente o que eram no início: variações e trejeitos regionais, gírias, sotaques, padrões de nomeação.

A recolonização da Cidade Arcaica

A unificação linguística não foi a única proposição da Reunião da Modernidade. Pretendia-se também, finalmente após o longo tempo da vitória por sobre o Yutsi Rubro, recolonizar a Cidade Arcaica. Os mesmos interesses estavam em jogo: por um lado, este era um ato simbólico poderoso, talvez a única manifestação física possível contra o inimigo abstrato que era a divisão sociocultural dos humanos nas várias cidades, a separação de quem antes vivia como um só povo; por outro, uma nova cidade no centro de Heelum seria um ponto de extremo interesse comercial em termos de conexão entre as cidades. Enr-u-jir servia atualmente como tal propósito, mas sua posição mais ao norte não era muito conveniente para viagens a, por exemplo, Kerlz-u-een ou Al-u-een - duas cidades importantíssimas em termos comerciais em ambos os casos; naquela época, preferiam-se rotas alternativas, mais populosas, que geralmente envolviam navios e grandes desvios. Dos dois pontos de vista, uma certeza: a recolonização seria um forte apelo emocional, ponto a mais na tentativa de convencimento a favor da unificação linguística. Então assim a cidade, contando com voluntários de todas as partes de Heelum, começou a ser reconstruída. Estradas para lá saindo de Ia-u-jambu, Enr-u-jir e Roun-u-joss foram feitas. Em alguns rosanos a cidade já tinha uma população modesta, mas construíra grandes prédios de cunho cultural; a Cidade Arcaica renascia, representando o início de uma nova era para os humanos.

O reencontro dos Al-u-bu-u-na

A redescoberta dos Al-u-bu-u-na foi o último grande momento da Segunda Aurora. No fim dessa fase de Heelum, os colonizadores da Cidade Arcaica descobriram o povo da floresta Al-u-bu. O contato foi difícil, e precisou de estudiosos de Ia-u-jambu, posto que eles mantinham a língua Na-u-min que os modernos não mais entendiam - e estavam, àquela altura, rechaçando ativamente em favor de uma única, "universal". Os primeiros contatos definiram bem a dinâmica da relação entre os modernos e os nativos: uns gostariam que os outros ficassem bem longe; as divergências eram maiores do que as existentes entre quaisquer outras duas cidades - o próprio modelo urbano não parecia ressoar bem entre o povo recém-redescoberto - e aquilo pôs à humanidade da época uma espécie de calo no sapato daqueles que pretendiam gerar, enfim, uma unidade cultural humana a despeito das distâncias geográficas.

A tecnologia dos tempos

As tecnologias desenvolvidas durante a Segunda Aurora, impulsionadas não apenas pela necessidade de, em muitos casos e lugares, redescobri-las, mas também pela vontade de superação e fortalecimento de uma cidade, foram cruciais para o desenrolar histórico. Não apenas as pontes, estradas e navios, que ajudaram a moldar as interações entre as cidades, mas também o trabalho inovador com a goma escura por parte de Roun-u-joss - que ajudou também à criação de um tipo melhor de papel, o que por sua vez deu novo vigor à produção e circulação de livros. Uma novidade tecnológica, de certa forma - até porque tratam-se de mistérios - foi o que impulsionou uma nova era de mudanças, determinando o início da Terceira Aurora: os minérios.